Super El Niño em 2026? O Fator Terremoto que os Modelos de Clima Ignoraram

O alarmismo climático global ignora que o aquecimento atual do Pacífico foi gerado por energia tectônica no Japão, e a atmosfera pode simplesmente não reagir ao fenômeno.

Redação | Green Business Post | 23 jun 2026.

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O que você precisa saber hoje:

  • Origem Geológica: O aquecimento observado no Oceano Pacífico não é um El Niño tradicional causado por ventos, mas o resultado direto de um forte terremoto de magnitude 7,5 ocorrido no Japão.
  • Velocidade Anômala: A onda de calor cruzou o oceano em tempo recorde (pouco mais de um mês), enquanto um fenômeno puramente climático demoraria cerca de três meses.
  • O Blefe dos Modelos: Para que o clima mude, é necessário o acoplamento (quando a atmosfera reage e se conecta ao calor do mar). Historicamente, em 35% dos casos o oceano esquenta e a atmosfera simplesmente não responde.
  • Impacto no Agronegócio: O mercado agropecuário opera sob um pânico injustificado. A recomendação para produtores e investidores é manter o planejamento, ignorando projeções apocalípticas.

A narrativa de um “Super El Niño” devastador para o segundo semestre de 2026 ganhou as manchetes dos principais veículos de comunicação, gerando forte apreensão no setor corporativo e no agronegócio. No entanto, uma análise contraintuitiva apresentada pelo meteorologista Professor Luiz Carlos Molion traz dados sólidos que desmistificam o apocalipse climático vendido pelos modelos matemáticos tradicionais.

O grande equívoco da ciência convencional atual é tratar a dinâmica do Pacífico de forma isolada, desconsiderando que o aquecimento deste ano possui uma assinatura geológica, e não meteorológica — um verdadeiro ganho de informação real que muda completamente a leitura do risco de mercado.

Os computadores da ONU sabem ler a atividade tectônica do planeta?

O verdadeiro El Niño é parte de um fenômeno maior chamado ENOS (El Niño – Oscilação Sul), que funciona como uma espécie de “gangorra barométrica” (uma oscilação na pressão do ar) entre o leste e o oeste do Pacífico. Em um cenário normal, os ventos alísios sopram da América do Sul para a Austrália, empilhando água quente no lado asiático. Quando esses ventos enfraquecem, essa água retorna.

Em 2026, os satélites mostram que os ventos continuam soprando normalmente em direção à Austrália. Então, de onde veio o calor?

A resposta está na liberação extrema de energia geotérmica. Em 20 de abril de 2026, um terremoto de magnitude 7,5 atingiu o nordeste do Japão a apenas 10 km de profundidade. Essa energia gerou uma onda subsuperficial (abaixo da superfície) ultraveloz, que empurrou a água — já aquecida pela corrente marítima de Kuroshio — em direção às Américas em pouco mais de um mês. Um El Niño convencional demoraria três meses para fazer esse percurso. Tratar esse evento como um fenômeno climático padrão é ignorar a física básica da Terra.

O oceano está esquentando sozinho e a atmosfera não está nem aí

Estar com a água do mar mais quente é apenas metade do processo. O fator decisivo para o clima global é o chamado acoplamento atmosférico — ou seja, se o ar vai de fato interagir com o calor do oceano e mudar os padrões de chuva.

Desde 1950, os registros históricos mostram que em 35% das vezes em que o mar esquentou, a atmosfera simplesmente ignorou o estímulo e não respondeu. Como a atmosfera é um fluido lento para reagir, só teremos respostas científicas confiáveis a partir do final de setembro de 2026. Até lá, qualquer previsão de seca extrema na Amazônia ou enchentes recordes no Sul do Brasil não passa de especulação baseada em algoritmos frágeis. Além disso, dados de boias oceânicas profundas já mostram uma retaguarda de água fria vindo logo atrás do pulso quente gerado pelo terremoto.

Quem lucra quando o produtor vende o gado a preço de banana por medo da seca?

O pânico infundado tem consequências econômicas graves e imediatas no mercado de commodities (produtos básicos globais, como grãos e carne). Produtores rurais assustados com relatórios alarmistas já pensam em liquidar rebanhos precocemente ou deixar de investir na safra por medo de perder tudo.

Esse movimento gera distorções artificiais de preços e quebra cadeias de suprimentos sem necessidade real. A realidade dos fatos aponta para uma dinâmica muito mais amena: no máximo, espera-se um leve atraso no início da estação chuvosa no Centro-Oeste brasileiro, deslocando-se de outubro para meados de novembro. O planejamento de longo prazo das empresas e dos negócios verdes deve se basear na observação empírica dos dados, e não no terrorismo climático de modelos computacionais não confiáveis.

Este conteúdo se baseou no vídeo a seguir:

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