A Farsa da Flotilha de Greta é Desmascarada com Quase Zero Ajuda Humanitária a Bordo
Muito barulho e pouca ajuda humanitária: o ativismo de Greta Thunberg colapsa diante de fatos incontestáveis. A própria flotilha, ligada a financiadores do Hamas, quase não tinha doações.

Redação | Green Business Post | 15 out 2025.
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“Vejo líderes que juram que Israel não estava permitindo ajuda humanitária em Gaza. Saiba que eles repetem as mesmas palavras de Greta Thunberg, que é financiada pelo Hamas. Eles vão continuar repetindo essas palavras quando sabemos quem as escreveu?” – Lenah Sakai, generalista em ESG+.
No universo da sustentabilidade corporativa, discussões sobre lideranças globais e suas ações ganham relevância quando envolvem acusações graves. A resenha de Lenah Sakai, editora do Green Business Post, expõe em seu vídeo a conexão entre o financiamento da “Flotilha de Greta” e uma rede de ativistas com laços preocupantes com o grupo Hamas.
O vídeo detalha uma série de alegações que questionam a legitimidade da missão. Em um ambiente onde a guerra de narrativas se intensifica, a matéria analisa como a atitude ativista, em alguns casos, pode ser usada como uma ferramenta para propaganda e desinformação, desviando o foco do real objetivo humanitário.
Gestores organizacionais que repetiram o mesmo discurso de Greta Thunberg e outros políticos perdem credibilidade junto a eles quando os vídeos internos da flotilha vazam, revelando verdades incontestáveis.
Veja matéria da GBN News sobre o financiamento da flotilha de Greta:
De Quem é o Fundo Por Trás do Barco?
Os fundos para a flotilha supostamente vieram de uma empresa de fachada no Reino Unido. Essa empresa seria propriedade de Zahir Barawi, um indivíduo que, segundo o material apresentado por Israel, é um líder do Hamas em Londres. A gravação mostra imagens que supostamente colocam Barawi ao lado de Greta Thunberg e de outros líderes do grupo, o que levanta questões sobre as associações da ativista e a origem de seus recursos.
A seguir, postagem do Ministério dos Exteriores de Israel com imagens de Zahir Birawi junto de Greta Thunberg em discurso da flotilha e ele em outra foto junto com o ex-líder supremo do Hamas. Abaixo, documentos sobre uma declaração do Hamas e assinaturas de líderes em apoio. Abaixo, a tradução do documento e assinaturas.
Abaixo, outro vídeo compartilhado por um deputado brasileiro mostrando mais ligações de líderes da flotilha com líderes do Hamas. O vídeo está em inglês com legenda em português.
Abaixo, a foto de um organizador da flotilha, Thiago Ávila, presta homenagem no funeral do líder do grupo terrorista Hezbollah, Hassan Nasrallah.
Daily Mail levantou um dos primeiros questionamentos sobre ativista da flotilha junto com líder do Hamas, que foi mostrado no vídeo anterior compartilhado pelo deputado brasileiro.
Abaixo um desenho criticando a flotilha de Greta, com ela e um terrorista do Hamas em um bote “Sumud” (nome da flotilha de Greta), carregando caixas de ajuda humanitária com a descrição “apenas para o Hamas”.
O Fim da Jornada: Onde Está a Ajuda?
A principal alegação da resenha é que, ao contrário do que se propagava, a flotilha não transportava ajuda humanitária significativa. Uma “agente infiltrada” teria entrado na missão e documentado o que encontrou a bordo. O material de vídeo afirma que havia “apenas algumas caixas de gaze” e “nada” substancial.
Essa informação é chocante, visto que a flotilha foi criada com a campanha de que ajuda humanitária não estava sendo permitido por Israel e, que por isso, a flotilha com aproximadamente 40 barcos estaria carregada de caixas de alimento, água, remédios etc.
No vídeo a seguir, um ativista da flotilha lança ao mar algumas garrafas que ele afirma conterem “alimentos para bebês, remédios e alimentos básicos” porque ele acredita que Israel não permitirá a entrega desses recursos em Gaza. Ele deixa para o mar levar a ajuda humanitária para Gaza.
The Telegraph informa que o Papa ofereceu auxílio na entrega da ajuda humanitária, mas a flotilha de Greta rejeitou. A ideia era descarregar as caixas em Cyprus e deixassem o Vaticano distribuir para os Palestinos.
A seguir, um usuário do X critica os inúmeros vídeos de festas nos barcos da flotilha e questiona onde estão as caixas de ajuda humanitária. As postagens dos ativistas nunca mostram os grandes carregamentos prometidos.
Com os barcos já em mãos das autoridades de Israel, viralizou o vídeo de um profissional israelense filmando um dos barcos da flotilha alegando ser um dos maiores barcos e que não encontrou a ajuda humanitária tão divulgada pela flotilha. Ele afirma que essa foi sua constatação durante o processo de averiguar das embarcações apreendidas.
Vazou um vídeo interno da flotilha mostrando uma líder da iniciativa explicando e comemorando como mentiu para a mídia sobre a localização da flotilha. Ao fundo, ouve-se a risada das pessoas com quem ela está se dirigindo.
A seguir, um dos vídeos mais corajosos que compilou diversas filmagens escondidas feitas por uma agente infiltrada nas relações com líderes do Hamas compartilhando seus planos, assim como a falta de ajuda humanitária nos barcos da flotilha.
Temos imagens da COGAT – Coordenação de atividades governamentais em territórios da Judeia, Samaria e ao redor da faixa de Gaza responsável por coordenar e facilitar a ajuda humanitária para Gaza:
A COGAT mostra imagens da organização Samarians Purse distribuindo recursos para a população em Gaza, totalizando 93 toneladas de alimentos suplementares prontos para comer:
Aqui temos imagens das áreas de ajuda humanitária: tendas de acolhimento, recursos, palestinos comemorando:
A COGAT está denunciando o roubo de ajuda humanitária pelo Hamas:
Aqui, a COGAT denuncia o ataque do Hamas em carro da ONU, para prevenir que eles abram uma nova rota de ajuda humanitária no sul da faixa de Gaza.
[ AVISO, CONTEÚDO SENSÍVEL ] Aqui temos imagens de membros do Hamas sendo eliminados por invadirem e usarem palestinos como escudo humano na área de ajuda humanitária.
The Wall Street Journal confirma o roubo da ajuda humanitária pelo Hamas para levantar fundos, ou seja, para vender e arrecadar dinheiro para pagar os membros e seus próprios recursos.
Aqui, o Ministério das Relações Exteriores de Israel compara a quantidade de ajuda humanitária de Israel com o carregado pela flotilha Sumud da Greta Thunberg:
Aqui, o jornalista em Gaza, Motasem A Dalloul, divulga imagens de outra modalidade de envio da ajuda humanitária por aeronaves e descendo em paraquedas.
Imagens compartilhadas pela ACOM – Ação e Comunicação sobre o Oriente Médio informando que terroristas do Hamas roubam caminhões com ajuda humanitária e criticando um deles esmagando frutas como forma de demonstração de poder e deboche, quando palestinos passam necessidades.
A seguir, mais denuncias do Hamas roubando a ajuda humanitária, com imagens de pessoas armadas em cima de caminhões carregados:
Um usuário do X denuncia mercados do Hamas vendendo os recursos da ajuda humanitária em Gaza:
Falsas Acusações e Contradições
A matéria de Lenah Sakai também aborda a questão da alegada violência e maus-tratos sofridos pelos ativistas. A resenha refuta essas afirmações, mostrando vídeos que supostamente desmentem os relatos de violência e mostram os ativistas sendo tratados de forma cordial. Greta Thunberg, por exemplo, é mostrada em um vídeo sorrindo e recebendo pão e água, contrastando com as acusações de que ela teria sido “sequestrada” ou maltratada.
A resenha do Green Business Post também explora as contradições percebidas no comportamento dos ativistas. Questiona-se por que uma ativista do clima como Greta Thunberg, que prega o uso de energias limpas, utilizaria um navio movido a combustível, em vez da força do vento, para uma missão humanitária. O vídeo também alega que os ativistas jogaram seus telefones no mar antes de serem abordados, uma ação que levanta suspeitas sobre o que eles poderiam estar escondendo.
E, antes dos barcos chegarem ao destino, ativistas da flotilha de Greta acusaram Israel de terem atacado os barcos com drones e bombas. A seguir, imagem de dentro do barco captura o reflexo de uma luz e o som de um estrondo e alguns ativistas gritando por socorro. Mas o barco não chacoalhou, não houve estilhaço ou materiais voando para longe, o que exclui ser uma bomba de ataque militar, favorecendo a percepção de se tratar de um sinalizador. Veja por si mesmo a seguir.
Os críticos compartilharam um desenho da Greta em uma sessão com um profissional de saúde perguntando o quão frequente ela vê o drone que ela viu, que sugerem ser mentira as alegações dos ativistas da flotilha sobre terem sido algo de ataques aéreos por drones de Israel.
When Greta and her friends sail under Hamas’ banner to “break the siege,” they are not neutral humanitarians – they are collaborators.
— facts about (@destinationXIX) September 23, 2025
International law is clear: civilians are protected only “unless and for such time as they take a direct part in hostilities.” The moment they… https://t.co/wXkn9Xj5FA pic.twitter.com/NOadpuAvnC
A seguir, imagens de Greta Thunberg e outros membros da flotilha durante a interceptação militar de Israel nos barcos:
Usuários do X criticam as alegações dos ativistas de terem sido “sequestrados” e serem tratados com violência ou maus-tratos, quando as imagens dizem o contrário e também em comparação a como o Hamas tratou israelenses e turistas, que foram brutalmente assassinados, estuprados, violentados, sequestrados no ataque do dia 07 de outubro de 2023. Na imagem a seguir, uma das primeiras imagens divulgadas pelo Hamas do corpo da turista alemã-israelense Shani Louk sendo levado para Gaza como prêmio.
[ AVISO, CONTEÚDO SENSÍVEL ] No link, a imagem de Greta sorrindo ao receber pão e ao lado, uma imagem mais de perto da turista alemã Shani Louk que foi brutalmente assassinada com o corpo totalmente quebrado e retorcido.
Abaixo vídeo de Greta que viralizou ao receber água no momento dela ser retirada do barco para o continente. Em contraste, ao lado, um dos primeiros vídeos que também viralizou de refém israelense Naama Levy do Hamas no massacre do 07 de outubro, sendo retirada de carro com as mãos atadas e cabeça sangrando.
Os ativistas da flotilha gravaram vídeos com o mesmo discurso, sugerindo “sequestro” e maus-tratos recebidos de Israel, porém, Greta Thunberg ao ter a oportunidade de detalhar melhor como foi tratada por Israel para jornalistas, ela simplesmente não consegue e nega dar maiores detalhes. Veja a seguir:
A seguir, um cartaz sendo muito compartilhado nas redes com os dizeres em inglês: “Record Mundial: Greta Thunberg se torna a primeira vítima de sequestro da história cuja única demanda dos sequestradores é que ela vá embora.”
Crítica à Greta Thunberg sobre a alegação de “sequestro” mostrando Evyatar David cujo vídeo divugado pelo Hamas viralizou ao ser forçado a cavar a própria cova dentro de um túnel. Todos puderam ver o corpo esquelético raquítico e mal nutrido dele e sua humilhação.
Uma fala interessante da “musa da flotilha” para o público ouvir o que pensam esses ativistas “pró-palestina”. Ela nega que mulheres foram violentadas durante o massacre do 07 de outubro dizendo:
“É uma farsa que eles mataram e estupraram meninas. Eles as trataram bem. Uma delas até disse que se sentiu feia porque não a tocaram.”
A seguir, vídeo á esquerda mostrando ativistas da flotilha jogando seus celulares ao mar antes da abordagem dos militares israelenses. A pergunta que fica é o que estão escondendo se alegam não fazerem nada de errado? Será que há trocas de mensagens com membros do Hamas? Ou com políticos? Alguém mais está envolvido no financiamento da flotilha?
Abaixo, o vídeo que mais viralizou da membro do Parlamento Europeu, Rima Hassan, atirando seu celular ao mar:
A “internet não perdoa”, críticos compartilham a foto de Rima Hassan comendo horas após anunciar sua greve de fome:
Internautas também compartilharam a mensagem que a marinha Israelense enviou à flotilha antes da interceptação, ou seja, eles avisaram as embarcações sobre sua localização e onde enviar a ajuda humanitária.
Aqui temos um vídeo homenageando as vítimas do massacre do dia 07 de outubro em Israel.
Narrativas e o Jogo da Desinformação
Um ponto crucial da resenha é o que chama de “guerra de narrativas” e o uso de desinformação. A matéria aponta que ativistas teriam usado imagens de um refém israelense para alegar que era um prisioneiro palestino. A resenha também lembra a primeira aparição de Greta Thunberg no Congresso dos EUA, onde ela teria afirmado que sua “medida de medo” era uma metáfora e não baseada em uma pesquisa científica específica.
A conclusão do vídeo questiona líderes e gestores de organizações: “Você ainda continuaria a repetir as palavras daqueles que são pagos pelo Hamas?”. A resenha, portanto, serve como um alerta para que as pessoas busquem informações de diversas fontes e questionem as narrativas antes de se posicionarem, especialmente em assuntos tão complexos e com interesses tão divergentes.
Abaixo, temos o Ministério das Relações Exteriores de Israel denunciando a postagem que Greta Thunberg fez no dia 07 de outubro de 2025 que completa 2 anos do ataque do Hamas sobre Israel, usando a imagem do israelense sequestrado Evyatar David alegando ser um “prisioneiro palestino” sob jurisdição de Israel.
A seguir o testemunho de Greta Thunberg para o congresso dos USA após sua primeira aparição global na COP 26 em Glasgow. Ela diz que seu pânico climático não tem base em pesquisa científica.
Abaixo, um compilado de vídeos de manifestantes pró-palestina que acabam aderindo ao discurso do Hamas, grupo terrorista palestino que aprisiona a população palestina em Gaza:
Assista a resenha em vídeo:
A seguir a reação dos internautas com críticas, e, claro, memes:
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