O FIM DA INTERNET ABERTA: Prepare-se para a “Intranet” Brasileira, Copiando o Modelo de Controle da China!
O Cercamento Digital: Como a Regulação das Mídias Sociais Ameaça a Liberdade, a Sustentabilidade Empresarial e o Futuro da Internet

Redação | Green Business Post | 27 junho 2025.
Sigam-nos os conscientes: Google News | Newsletter.
A recente condenação do comediante Léo Lins no Brasil, sentenciado a 8 anos de prisão por uma piada, acendeu um debate feroz sobre a regulação das mídias sociais. O que antes era uma discussão de nicho entre especialistas em direito agora levanta profundas preocupações para a sociedade civil e especialistas em tecnologia, que percebem essas medidas como um ataque direto à liberdade de expressão e à própria estrutura da internet. Para as empresas, este cenário em evolução levanta questões significativas sobre a responsabilidade corporativa, a viabilidade operacional e o alinhamento com os princípios críticos de ESG e o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16 (ODS 16).
A Ascensão da Censura: Um Fardo para a Empresa e a Governança
O impulso regulatório se estende além das “fake news”, abrangendo “discurso de ódio” e “ataques à democracia”. Uma preocupação central é a terceirização da responsabilidade do Estado para as plataformas online e provedores de serviço pelo conteúdo gerado pelo usuário. Wagner Marcelo, especialista em tecnologia, cita as palavras de Demi Getschko (pai da internet no Brasil), que compara criticamente isso a responsabilizar concessionárias de rodovias pelo tráfico de drogas em suas estradas. Outro exemplo bem próximo do dia a dia brasileiro são os donos de bares serem co-responsáveis pelas conversas entre seus clientes.
Essa “terceirização” força as empresas a adotarem a autocensura prévia para evitar repercussões legais. Isso poderia sufocar a programação ao vivo e qualquer conteúdo que divirja das visões governamentais atuais ou futuras. Do ponto de vista ESG (Ambiental, Social e Governança), isso impacta diretamente o “G” de Governança. As empresas, especialmente as de tecnologia, são compelidas a agir como censores de fato, minando os princípios de transparência, comunicação aberta e devido processo legal.
Isso cria um ambiente de medo, não apenas para indivíduos, mas também para funcionários dentro dessas empresas, potencialmente sufocando a inovação e a discussão aberta vital para o crescimento dos negócios. A expansão dessa responsabilidade para provedores de hospedagem e até empresas de telecomunicações destaca o amplo impacto econômico e o absurdo de penalizar provedores de serviços por ações de usuários.
A Internet Aberta que Desaparece: Implicações para o ODS 16 e a Resiliência Social
Tecnologistas argumentam que a internet como a conhecemos está “fadada a acabar”. A tendência aponta para a fragmentação em “intranets” – redes isoladas com firewalls, semelhantes ao modelo da China. Embora restritivo, esse impulso por controle também pode estimular o surgimento de novas tecnologias distribuídas, nascidas da necessidade de contornar a censura. Isso inclui redes sociais distribuídas como Noster e Zeronet, ou sistemas baseados em blockchain como o Bitcoin.
No entanto, Marcelo adverte que confiar apenas em tais tecnologias como uma “salvação” é uma “falácia”. Embora essas ferramentas possam dificultar a remoção automática de conteúdo por não terem uma autoridade central, elas não protegem o indivíduo fisicamente. Governos podem criminalizar o uso de tais ferramentas (por exemplo, VPNs ou moedas descentralizadas), prender indivíduos, bloquear contas e até incentivar denúncias de cidadãos.
Isso introduz um efeito inibidor, onde a autocensura surge do medo de consequências no mundo real, mesmo que a tecnologia teoricamente permita a liberdade online. Para as empresas, isso significa que, mesmo que sua infraestrutura seja resiliente, seu capital humano — funcionários e clientes — permanece vulnerável, afetando o aspecto social (S) do ESG e minando um ambiente operacional estável.

🎋 Cesto de Bambu 1
O mais vendido em cestos de roupa, com 5.290 compras, é um produto mais ecológico de origem renovável, mais minimalista, além de contribuir para um ambiente mais calmo e acolhedor, é resistente à mofo e bactérias e possui uma tampa, o que contribui para inibir maus odores em seu lar.
Possui um volume próximo ao padrão de lavanderias, e, por isso, basta levar suas roupas com o forro removível quando o cesto estiver cheio.
🎋 Cesto de Bambu 2
Certificado pela FSC, ou seja, de origem auditada, com mais de 450 vendas, o cesto é feito de material natural e renovável, resistente à mofo e bactéria, contribui para um ambiente mais calmo e acolhedor.
Seu forro possui duas áreas para separar roupas de lavagens diferentes, mas é versátil e pode ser usado para armazenar outros materiais, como brinquedos, roupas de cama, livros etc.

Esta situação desafia diretamente o ODS 16: Paz, Justiça e Instituições Eficazes. O objetivo visa instituições eficazes, responsáveis e inclusivas e acesso à justiça para todos. Quando os governos optam por censura ampla e transferem os encargos investigativos para entidades privadas, eles enfraquecem a própria estrutura da justiça e da responsabilização. Em vez de investir na investigação policial para combater criminosos, o Estado prioriza o controle da comunicação, erodindo assim a participação democrática.
A intenção explícita de importar modelos de regulação da internet de países comunistas como a China é um claro desvio dos princípios de sociedades abertas e instituições democráticas fortes que o ODS 16 promove. Tais abordagens frequentemente levam a abusos dos direitos humanos, incluindo detenções arbitrárias e “centros de reeducação”, representando sérios riscos éticos para qualquer empresa que opere ou se envolva em tais contextos.
A Verdadeira Luta: Liberdade Acima da Regulação
A questão central não é a falta de leis contra crimes, mas sim sua interpretação e aplicação. A regulação excessiva, disfarçada de proteção, silencia populações e centraliza o controle da informação, prejudicando, em última instância, a democracia. Especialistas argumentam que o foco deve ser na investigação e punição de criminosos, e não na penalização generalizada de plataformas ou na restrição da maioria devido às ações de uma minoria.
Do ponto de vista da sustentabilidade empresarial, essa batalha pela liberdade é fundamental. Empresas comprometidas com práticas éticas e princípios ESG devem reconhecer que operar em um ambiente altamente censurado restringe severamente sua capacidade de inovar, comunicar e promover uma cultura de transparência. Ceder ao medo e à autocensura apenas empodera a extralimitação estatal.
É crucial para a sociedade, incluindo a comunidade empresarial, lutar pela plena liberdade de expressão, compreender as implicações mais amplas do controle da informação e resistir a “leis esdrúxulas” que suprimem direitos fundamentais. A defesa da liberdade é um valor inegociável, essencial não apenas para uma democracia saudável, mas também para um futuro digital verdadeiramente sustentável, onde as empresas possam prosperar de forma ética e responsável.
A matéria foi baseada no podcast a seguir:

