energia renovável

Um grupo de empresas de Oxford na Inglaterra e Redwood City nos EUA, está trabalhando para comercializar uma nova tecnologia solar que poderia impulsionar ainda mais a adoção da geração de energia renovável.

Tudo começou com a Oxford PV, uma startup trabalhando em conjunto com a Universidade de Oxford, que recebeu US$ 3 milhões do governo do Reino Unido para desenvolver a tecnologia, que usa um novo tipo de material para fabricar células solares. Agora, nos EUA, uma empresa chamada Swift Solar arrecadou US$ 7 milhões para levar a mesma tecnologia ao mercado, de acordo com um documento enviado à Securities and Exchange Commission.

Chamada de célula de perovskita, a nova tecnologia fotovoltaica usa chumbo híbrido orgânico-inorgânico ou material à base de haleto de estanho como camada ativa de coleta de luz. É a primeira nova tecnologia a surgir em anos para oferecer a promessa de maior eficiência na conversão de luz em energia elétrica a um custo menor do que as tecnologias existentes.

Em um Ted Talk Sam Stranks, o principal consultor científico e um dos co-fundadores da Swift Solar disse:

“A perovskita nos permitiu repensar o que podemos fazer com os painéis solares baseados em silício que vemos nos telhados hoje. Outro aspecto que realmente me empolga: quão barato isso pode ser feito. Essas finas películas cristalinas são produzidas misturando-se dois sais baratos e abundantes para fazer uma tinta que pode ser depositada de muitas maneiras diferentes… Isso significa que os painéis solares de perovskita podem custar menos da metade do silício”.

Agora eles estão trabalhando em células solares que poderiam atingir eficiências de conversão de 37% – muito mais altas do que as células solares fotovoltaicas ou fotovoltaicas policristalinas existentes.

Fonte: Engenharia E.

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