cursos ICMBio
São oito cursos gratuitos para todos os públicos e uma turma exclusiva para participantes do projeto Salas Verdes. Interessados podem se inscrever até 17 de outubro.

Interessados em aprender mais sobre temas como Água, Unidades de Conservação, Resíduos Sólidos ou Produção e Consumo Sustentáveis poderão se inscrever, até o dia 17 de outubro, em um dos cursos a distância oferecidos pelo Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Serão oito cursos autoinstrucionais (sem tutoria) abertos ao público geral. Para se inscrever, basta acessar o ambiente virtual de aprendizagem do MMA, preencher o cadastro e fazer o login. É possível participar de mais de uma turma. A carga horária dos cursos varia de 20 a 70 horas e há 2 mil vagas para cada um deles.

Outra novidade é que o projeto Salas Verdes ganhou uma turma exclusiva, com o tema Educação Ambiental e Água. A iniciativa, criada em 2000, tem como objetivo incentivar a implantação de espaços socioambientais, que atuam como potenciais centros de informação e formação ambiental. Esta será a primeira das três turmas exclusivas para o projeto Salas Verdes programadas até o fim do ano.

Uma das missões do Salas Verdes é reduzir a produção e a distribuição de publicações em meio físico, ou seja: diminuir o uso de papel. Por isso, cada vez mais, o projeto aposta em ferramentas de educação a distância, como a plataforma Moodle. Os cursos online poderão ser feitos pelo público das Salas Verdes, formando turmas exclusivas de participantes do projeto.

A analista ambiental Ana Luisa Teixeira de Campos, do MMA, explica que a educação a distância foi uma alternativa para facilitar o acesso da sociedade a conteúdos alinhados com as políticas públicas ambientais nacionais. “Flexibilidade de horário, acesso de lugares diversos, interações e troca de experiências com públicos de diferentes realidades são algumas vantagens da modalidade”, destaca.

Ana Luisa explica que o ambiente virtual de aprendizagem tem sido fundamental para o desenvolvimento de diversos trabalhos de educação ambiental no Brasil. Segundo ela, os cursos podem ser considerados ferramentas vitais para o estabelecimento de parcerias, tanto internas (com o aumento da interlocução de diversos departamentos do ministério) quanto externas. “Também são importantes para o aumento da capilaridade das políticas públicas ambientais”, completa.

Os conteúdos também podem ser aproveitados por parcerias como escolas de governo, universidades, associações ou secretarias de meio ambiente estaduais e municipais, o que potencializa o uso e a disseminação dos materiais produzidos.

Por: Ascom MMA

Fonte: ICMBio. Imagem: Boletim Ambiental.
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